sábado, 31 de maio de 2008

Elefantes

O que uma pessoa descobre quando faz uma pesquisa para um trabalho sério...


Prólogo

O elefante foi ao Jardim da Celeste, Giroflé, Giroflá...
A Celeste está a recuperar no hospital.


Porque é que os elefantes são grandes, cinzentos e enrugados?
Porque se fossem pequenos, brancos e lisos eram aspirinas.

Porque é que os elefantes usam ténis amarelos?
Para não serem vistos quando flutuam de cabeça para baixo numa taça de leite-creme.

Já alguma vez viste um elefante a flutuar de cabeça para baixo numa taça de leite-creme?
Não, claro que não. ¬ ¬

Porque é que os elefantes vivem em manadas?
Porque se vivessem em rebanhos, confundiam os pastores-alemães.

Não, mas a sério, porque é que os elefantes vivem em manadas?
Para terem descontos de grupo nos ténis amarelos.

O que é que o Tarzan diz quando vê uma manada de elefantes à distância?
"Olha, uma manada de elefantes à distância!"

O que é que o Tarzan diz quando vê uma manada de elefantes de óculos escuros?
Nada. Não os reconhece.

Qual é a diferença entre um elefante e uma ameixa?
Os elefantes são cinzentos.

O que é que a Jane diz quando vê uma manada de elefantes à distância?
"Olha uma manada de ameixas à distância!" (a Jane é daltónica)

Quantos elefantes se podem meter num táxi?
Quatro. (Um ao lado do condutor, três atrás)

Quantas girafas se podem meter num táxi?
Nenhuma, está cheio de elefantes.

A que é que os elefantes jogam num táxi?
Squash.

Como é que sabes se um elefante está a visitar a tua casa?
Há um táxi à porta com três elefantes impacientes.

Como é que se põe um elefante no frigorífico?
Abre-se a porta, põe-se o elefante, fecha-se a porta.

Como é que se põe uma girafa no frigorífico?
Abre-se a porta, tira-se o elefante, põe-se a girafa, fecha-se a porta.

Houve uma festa a que todos os animais foram, excepto um. Qual?
A girafa. Está no frigorífico.

Enquanto caminhas para casa para tirar a girafa do frigorífico, deparas com um rio em África. Há uma plaquinha que diz: PERIGO, CROCODILOS. Não há nenhum barco ou ponte. Como é que atravessas?
Vai a nadar. Os crocodilos estão todos na festa.

Como é que se sabe que um elefante esteve no frigorífico?
Pegadas na manteiga.

Como é que se sabe que um elefante está no frigorífico?
Ténis amarelos de fora.

Como é que se sabe que estão dois elefantes no frigorífico?
A porta custa um bocadinho a fechar.

Como é que se sabe que houve quatro elefantes no frigorífico?
Há um táxi à espera lá fora.

Como é que se põem oito elefantes num frigorífico?
Põem-se quatro num táxi, quatro noutro táxi, e os dois táxis no frigorífico. (Se lá cabem dois elefantes, também devem caber dois táxis.)

Porque é que há tantos elefantes à solta na selva?
Os elefantes vivem na savana.

Porque é que há tantos elefantes à solta na savana?
Porque não cabem todos no frigorífico.

Afinal quantos elefantes é que se podem por num frigorífico?
Depende do número de elefantes.

O que é que o quinto elefante no táxi descobriu?
O tejadilho.

Como é que sabes que um elefante esteve num berço?
Pegadas na testa do bebé.

O que é que chamas a um elefante num parque de estacionamento?
Parquiderme.

O que é que chamas a um elefante com abafadores de ouvido cor-de-rosa e um vestidinho?
O que quiseres, ele não te ouve.

Porque é que o elefante se pôs em cima de um marshmallow?
Para não cair dentro da caneca de chocolate.

Porque é que o elefante tirou os ténis amarelos?
Para não sujar o marshmallow.

Porque é que os elefantes pintam as unhas de vermelho?
Para se poderem esconder no meio dos morangueiros.

Porque é que os elefantes se escondem no meio dos morangueiros?
Para poderem saltar para fora e pisar o Tarzan.

Porque é que os elefantes pisam o Tarzan?
Porque gostam do som que faz.

O que se deve fazer a um elefante verde?
Esperar que amadureça.

O que se deve fazer a um elefante vermelho?
Dar-lhe um laxante.

O que se deve fazer a um elefante cor-de-rosa?
Pedir-lhe uma consulta psiquiátrica.

O que se deve fazer a um elefante branco?
Tapar-lhe o nariz até ele ficar azul.

O que se deve fazer a um elefante azul?
Caçá-lo.

Como é que se caça um elefante azul?
Com uma caçadeira de elefantes azuis, claro.

Como é que se caça um elefante amarelo?
Já alguma vez viste elefantes amarelos??

Como é que se caça um elefante vermelho?
Estrangula-se até ficar azul, e depois caça-se com uma caçadeira de elefantes azuis.

Como é que se caça um elefante verde?
Conta-se uma piada porca até ele corar e ficar vermelho, depois estrangula-se até ficar azul, e depois caça-se com uma caçadeira de elefantes azuis.

Como é que se caça um elefante branco?
Vai a um sítio onde haja elefantes brancos. Traz um bolinho (com passas). Trepa a uma árvore. Quando o elefante branco estiver perto, deita o bolinho (com passas) à frente dele. Os elefantes brancos gostam de bolinhos (com passas). Repete este procedimento durante cinco dias. Ao quinto dia, o elefante branco estará habituado ao seu bolinho diário (com passas). No sexto dia que trepares à árvore, leva um bolinho (sem passas). Deita o bolinho (sem passas), como de costume. Quando o elefante branco descobrir que o bolinho (sem passas) não tem passas, ficará vermelho de raiva. Agora basta estrangulá-lo até ficar azul, e depois caça-se com uma caçadeira de elefantes azuis.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Bloopers da 4ª série hehe



Bryan Adams

Realmente o Ídolos em Portugal são ranhosos. Isto não acontece cá...
Vejam até ao fim =)

sexta-feira, 16 de maio de 2008

=)


Santos e pecadores e Katia Guerreiro - Perdas


Katia Guerreiro - Minha Senhora das Dores

terça-feira, 6 de maio de 2008

Buy me a rose



Kenny Rodgers só com sims... não percebo lol

Let my love open the door



Dan in the real life... nos cinemas... muito giro =)

domingo, 4 de maio de 2008

A nossa Madalena continua no caminho certo


Hoje, alias, ontem a noitinha a nossa mada confirmou perante Cristo a sua vocacao divina!!!!!
Uma grande beijoka mona!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Creoula


Para quem não sabe, este barco é o Creoula.
Há uns anos, talvez 5 fiz uma viagem de 3 dias que adorei. Agora vou voltar!!! dias 9, 10 e 11 de Maio lá vou eu!!!!
=)

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Teach your children




You who are on the road
Must have a code that you can live by
And so become yourself
Because the past is just a good bye.

Teach your children well,
Their father's hell did slowly go by,
And feed them on your dreams
The one they picks, the one you'll know by.

Don't you ever ask them why, if they told you, you will cry,
So just look at them and sigh and know they love you.

And you, of tender years,
Can't know the fears that your elders grew by,
And so please help them with your youth,
They seek the truth before they can die.

Teach your parents well,
Their children's hell will slowly go by,
And feed them on your dreams
The one they picks, the one you'll know by.

Don't you ever ask them why, if they told you, you will cry,
So just look at them and sigh and know they love you.

Uma das melhores msicas portuguesas!! Que bom!

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Muda tudo até o mundo - muito bom

mais uma macaca com a carta !


Parabens Mada ! ja temos mais uma boleia ehehe ! esta foi a melhor imagem de um carocha cor de laranja que arranjei.. :)
Depois de ouvir o meu pai hoje de manhã a falar-me de história não pude deixar de me lembrar destes dois vídeos hehe



Focalizem se!!!!

Silence !... I kill YOU !

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Rosinha dos Limões

ontem à noite eu, a Diana, a Teresinha e a mãe da Diana tivemos um encontro. ao senhor taxista, que nos cantou fado.

Quando ela passa
Franzina, cheia de graça
Há sempre um ar de chalaça
No seu olhar feiticeiro.

Lá vai catita
Cada dia mais bonita,
E o seu vestido de chita
Tem sempre um ar domingueiro.

Passa ligeira
Alegre e namoradeira
A sorrir p´ra rua inteira
Vai semeando ilusões.

Quando ela passa
Vai vender limões à praça
E até lhe chamam por graça
A Rosinha dos Limões.

Quando ela passa
Junto da minha janela,
Meus olhos vão atrás dela
Até ver da rua o fim.

Com ar gaiato
Ela caminha apressada,
Rindo por tudo e por nada
E às vezes sorri p´ra mim.

Quando ela passa
Apregoando os limões,
A sós com os meus botões
No vão da minha janela.

Fico pensando
Que qualquer dia por graça,
Vou comprar limões à praça
E Depois caso com ela.

Parabeeeens DJI


Um grande beijinho neste dia que festejamos o (teu) dom da Vida e a felicidade de te termos tão presente!
Obrigada
Beijaaaa Macaca Aurora Sapinha

terça-feira, 15 de abril de 2008

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Parabeeeens Sofs


Parabéns minha querida Sofia
"Menos um ano para a Eternidade"
Um grande grande beijinho sofia e continua a seres a óptima companhia que tens sido!

sábado, 12 de abril de 2008

terça-feira, 8 de abril de 2008

Cleuza Ramos

Sei que esta um pouco extenso mas é evidente que isto é importante, por isso peço que leiam com cuidado e se tiver algo de errado para me informar. E, acima de tudo, peço que tentem perceber pq q este texto é importante para o 1º ano das Monas. Sei que vou um pouco tarde mas passei os apontamentos de proposito para este dia.


Dia 06 de Abril de 2008
Encuentro a Madrid – “A Verdade é o alimento da vida”

Conferência com Cleuza Ramos, responsável pelo movimento sem terra em São Paulo - 10h30

Javier Gavilares:

Cleuza Ramos tem agora 54 anos. Nasceu em Minas Gerais no seio de uma família pobre. E devido a essa pobreza Cleuza viu-se obrigada, muito antes de acabar o liceu, a trabalhar como empregada doméstica.
Lembra-se de que quando não havia nada para comer o seu pai adormecia-a e aos irmãos a contar histórias (iam para a cama sem comer).
Por volta dos 12 anos foram viver para São Paulo em busca de uma vida melhor, porém Cleuza continuou a trabalhar como empregada.
Em 1986 esta mulher iniciou o seu trabalho na organização do movimento dos sem terra urbanos (pessoas da cidade muito pobres que não tem um tecto onde se possam abrigar).
E neste ano entrega todo o seu trabalho ao movimento de comunhão e libertação (CL), porque aqui ela encontrou uma experiência que a correspondia totalmente; na verdade, realidade e beleza da Vida.

Cleuza Ramos:

Não há outra explicação para eu estar aqui que não seja por Cristo.
Sempre estive na igreja, sempre fui católica, católica de ir a missa. Mas não estava contente. Pq quando encontrei o CL a maioria ficava espantada com o modo que eu falava deste movimento, sendo eu católica como aquilo poderia ser algo novo?

Antes de conhecer o movimento, em 2002, fazia tudo por obrigação. Eu nasci pobre, vivi pobre e ainda trabalhava com pobres.. que interesse havia nisso se não uma obrigação? Era o que eu pensava. Não estava contente, estava magoada e triste com a minha vida. Achava que tinha de resolver o problema dos outros pois vinha de uma comunidade tão pobre como a deles.

Casei aos 17 anos com um homem rico. O meu casamento sempre foi um conflito constante pq o meu marido queria que eu fosse dona de casa, mas a minha vontade sempre foi trabalhar naquela miséria.
Rezei muito mas o meu casamento não resistiu quando o meu trabalho começou a ser mais prático e associativo. Quando chegamos ao ponto insuportável o meu marido perguntou-me: “ou o casamento ou o movimento?” E eu respondi “o movimento”.

Neste momento fiquei sozinha. Ninguém próximo parecia compreender o sentimento que eu trazia no meu coração. A partir dai começou a ser mais reivindicativa para com as coisas do movimento mas o meu coração estava vazio e triste, tudo o que eu fazia não me deixava Feliz.

Com o passar dos anos tudo aquilo que tinha imaginado para o movimento, desde livros à média, estava a concretizar-se. Mas eu continuava triste.
Existem 520 favelas em São Paulo, e quando o meu casamento acabou eu fui viver para uma delas. Sai de casa só com a roupa do corpo e mesmo assim não me sentia Feliz vivendo como os pobres viviam.

O Movimento dos sem terra crescia, as pessoas que pertencem a ele tem vindo a melhorar de vida e com isso começaram a construir muros e a esquivar-se uns dos outros. O que contribuiu ainda mais para a sua tristeza. Não sabia o que faltava, sabia que faltava tudo.

Desejava seguir a minha vida “exterior” ao movimento mas a organização do mesmo exigia que Marcos (meu marido) entrasse na politica para poder vincular leis e ajudar a melhorar a vida daquela gente pobre.
Eu opus-me pq não queria que o movimento tivesse uma cara politica. Mesmo assim Marcos foi um dos mais votados para vereador em São Paulo. E apesar de tudo melhorar e das pessoas terem aquilo que desejavam, eu continuava triste.

Em 2002 conheci o médico Dr. Alexandre que é memores e foi para ajudar o movimento. Deste trabalho nasceu e cresceu uma amizade. Dr. Alexandre estava sempre a dizer que eu devia conhecer os seus amigos. Só os vim a conhecer 2 anos depois, quando fui jantar em casa deles, nessa noite para além de conhecer os seus amigos conheci também o movimento. Nesse mesmo jantar convidaram me para o encontro do CDO no Rio de Janeiro. Quando lá cheguei fiquei tal modo espantada que desejava saber tudo! Parecia uma Louca! Queria saber tudo! E foi este encontro que mudou toda a história da associação e da sua própria vida.

No Brasil é muito difícil aceder ao ensino público universitário. E os jovens da sua associação ainda tinham mais dificuldades dado que o ensino público brasileiro não é bom. Neste contexto para a maior parte dos estudantes não havia futuro universitário. E ver que os jovens não tinham futuro desperta-me.

Quando voltei para São Paulo desejava abrir uma universidade mas no Brasil a política e a burocracia não facilitavam nesse sentido. Então descobri que as universidades privadas tinham muitos lugares vagos e nós tínhamos a gente para preenche-los. Então dentro da comunidade juntamos dinheiro e fizemos acordos com as universidades para mensalidades mais baixas. O primeiro grupo já vivia nas casas construídas pela associação mas logo a noticia se espalhou e todos os amigos e conhecidos queriam a mesma oportunidade.
Hoje estudam cerca de 40000 jovens e adultos nas universidades.

A história que Vitadini contou sobre o Batom [basicamente um grupo de jovens juntou $ para ajudar uma família em Itália e a mãe pegou o pouco que tinha e gastou o num batom, os jovens escandalizados foram se queixar ao seu responsável dizendo que ela devia ter comprado comido ou outra coisa mais importante, e recebem a resposta adequada: quem são vocês para dizer a uma mãe o que é mais importante comprar?...] também me impressionou. Então apercebi-me que as mulheres do movimento também sentiam o mesmo. Neste contexto procurei algo bonito para elas, conseguir trazer pessoal que ensinasse as mulheres a porem-se bonitas.
Apesar de parecer tudo bem, para mim, era evidente que faltava algo.
Queria que tudo aquilo que eu encontrei fosse realidade para todos. Então numa assembleia perguntei ao Cezana como podia fazer EC com 5000 pessoas, e ele respondeu-me “vais encontrar a resposta”, claro que não me ajudou de muito mas alguma coisa havia de fazer.

Em 2005 começamos a fazer EC com 500/600 pessoas. Marcos ou Alexandre introduziam o texto depois as pessoas juntavam-se e por fim alguns falavam ao microfone aquilo que tinham entendido. Hoje cada EC tem 2000 pessoas. O formato da EC é o mesmo escolhemos um fim-de-semana e fazemos EC das 7h as 22h, de 3h em 3h começa uma, isso pq é necessário 30min para a entrada e saída das pessoas no auditório. A dificuldade maior é na troca dos grupos quando as pessoas fazem uma fila gigante para falar connosco e fazer perguntas. Por vezes perguntam-me “Quem é Cristo?” e eu respondo “hás-de o descobrir” pq não tenho tempo para mais.

Em 2007 ouvi Carron falar dum amor infinito. Que Deus nos amava antes de nascermos, que todos os fios dos nossos cabelos estão “inumerados”. Neste momento entendi tudo, desde os meus 12 anos; “Tudo o que passei eram os fios dos meus cabelos”.
O meu trabalho é uma missão, Cristo é quem pede.
Reconheci que a maior prenda que recebi foi o encontro com o CL.

Quando voltei deste encontro fui directa a direcção e disse: “Encontrei o que procurava!”
Fui ter com os jovens e também contei o que se passava. Que a associação era a mesma mas que tinham um caminho, Seguir Carron. Pq desejava que todos sejam Felizes como eu, desejava que fizessem o mesmo encontro.
Assim decidiu-se a entrega da Associação dos sem terra urbanos para o movimento Comunhão e Libertação. A entrega ficou marcada para Fevereiro em São Paulo.

Mas em Dezembro as universidades começaram a cobrar mais caro e cerca de 20000 alunos pagaram o aumento sem consultar a associação. Visto que estes jovens não tinham percebido nada daquilo que lhes tinha contado proibi esses a irem ao encontro com Carron.

No dia da entrega chovia muito. Por isso pensei que só viriam 500 pessoas e que se ficasse bom tempo viriam 20000. As 13h estava eu a chegar ao local e algumas pessoas também começavam a chegar. Com o passar das horas fomos verificando que era complicado fazer o encontro a céu aberto.
Por volta das 4h decidiu-se que só ficariam 8000 pessoas pq eram aquelas que cabiam na igreja mais próxima. Mas todos começaram a gritar que pertenciam ao movimento, por isso deviam entrar.
Fui a ultima a entrar pq tive de acalmar a multidão. E precisava entrar pq eu fiz o gesto da entrega.
O mais importante de tudo é que estas pessoas percebam quem é Cristo, e para isso precisam saber quem sou eu, quem eu sigo e o que ouço.

Mesmo sendo católica houve coisas que só vi e ouvi neste movimento. Cada amigo é Cristo, é real.
Todos nós somos ligados por um só corpo.

Preciso agradecer a cada um que me ajudou a entender quem ele é. Cada um faz-me entender que tenho mesmo os cabelos contados.
E podem ter a certeza de que quando voltar para São Paulo vou mostrar a riqueza deste encontro, vou testemunhar Cristo na minha vida pela experiência com o CL.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

domingo, 6 de abril de 2008

segunda-feira, 31 de março de 2008

domingo, 23 de março de 2008

F.R.I.E.N.D.S.




Eu sei que não é o melhor post para se por no dia de Páscoa, mas deixo este vídeo aqui para lembrar os belos dias no algarve. claro que não foram passados a ver friends, mas a serie ajudou =p

sexta-feira, 21 de março de 2008

Babysitting!!

Medo....Muito Medo!!!

segunda-feira, 17 de março de 2008

De onde é que conheço isto?




Ouvi esta música hoje e consegui cantar grande parte dela... pergunta... alguém sabe de que desenhos animados era ou telenovela, série? sei lá? Nunca vi o videoclip, só mesmo a música... enfim lol

domingo, 9 de março de 2008

sábado, 8 de março de 2008

Perene valentim


Jasmim era um menino com olhos de arco iris

Katia Guerreiro

Já não punha nada da Katia Guerreiro há um tempo, começava a fazer falta.
Aqui ficam três videos.
O Primeiro não tem um grande som... chama-se meu amor é marinheiro.
O segundo tem coro e orquestra que não gosto mas ela está á altura como sempre! Chama-se ronda dos 4 caminhos.
No último um video de um telemovel acho eu, a imagem não é grande coisa mas de qualquer maneira a voz está lá! Chama-se gaivota.








segunda-feira, 3 de março de 2008

Personalità

Ho cercato invano, tu lo sai
Di dirti ciò che sento in cuor
Ma indifferente
Non m'ascoltavi tu
Oh quante volte
Gli amici han detto a me
Che sono pazza, pazza son di te
Il fatto è che tu
Possiedi

Personalità
Una Personalità
dolce Personalità
Ridi Personalità
Guardi Personalità
Baci Personalità

Per questo mi hai rubato il cuore
E' vero, è vero
Son pazza d'amor per te
Mi piaci, lo dico ancor
Pazza io son di te.
Possiedi

Personalità
Una Personalità
dolce Personalità
Ridi Personalità
Guardi Personalità
Baci Personalità

Per questo mi hai rubato il cuore
E' vero, è vero
Son pazza d'amor per te
Mi piaci, lo dico ancor
Pazza io sono di te.
Ho cercato invano, tu lo sai
Di dirti ciò che sento in cuor
Ma indifferente
Non m'ascoltavi tu
Oh quante volte
Gli amici han detto a me
Che pazza, pazza, pazza son di te
Il fatto è che tu
Possiedi

Personalità
Una Personalità
dolce Personalità
Ridi Personalità
Guardi Personalità
Baci Personalità

Per questo mi hai rubato il cuore
E' vero, è vero
Son pazza d'amor per te
Mi piaci, lo dico ancor
Pazza io son di te

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Ganhámos hoje um novo anjinho da guarda.

Mais um que vai velar por nós dia e noite, o mínimo que podemos fazer é não o esquecer nas orações.

Pedimos ao Senhor que o acolha no Céu e que reconforte a sua família.


Um grande beijinho á Madalena, Tia Luisa, Joana e Macanica

Veni Sancte Spiritus
Veni per Mariam

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Hot Sun



Do filme Into the Wild, cantada por Eddie Vedder.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Adiferença entre um direito e um bebe

Há uma semana, no dia 11, passou o aniversário do referendo ao aborto. Como se esperava retomou-se um pouco o debate acalorado de há um ano, com opiniões, números, críticas. Mas em geral passou despercebida a grande diferença actual entre os dois campos.

Após apenas 12 meses as organizações pelo "sim" desapareceram quase por completo. Aliás nunca foram muitas, pois o campo era liderados por partidos. Essa ausência parece natural. Ganharam, mudaram a lei, descansam.

E não estão ociosas. Vamos vê-las em futuras lutas, da eutanásia e procriação assistida ao casamento de homossexuais. Mas aborto é tema passado.
Do lado do "não", pelo contrário, um ano após a derrota de 2007 e dez após a vitória de 1998, a actividade é mais intensa que nunca, com novos dinamismos e instituições. Os jornais não ligam muito e o Estado, que financia largamente o aborto, pouco ajuda estas organizações de apoio. Mas os movimentos pela vida mostram tal exuberância e dinamismo que até parece terem ganho.
Esta diferença entre os grupos tem uma razão profunda, que vem da própria disparidade original das duas linhas sociais. A aparente simetria, motivada pela dicotomia da resposta a sufragar, sempre escondeu uma enorme incongruência de lógica e finalidade. A distinção agora visível podia ser intuída até antes do referendo.
As forças a favor da liberalização do aborto tinham uma atitude eminentemente legal e regulamentar. O propósito era garantir o que consideravam um direito e lutar pela mudança da lei. Uma vez obtida a alteração legislativa, não havia mais assunto e partiam para outras causas.

Pelo contrário, as forças pela vida tiveram sempre como propósito declarado as pessoas reais e concretas. O combate político foi importante mas, para lá das lutas sobre diplomas e estatutos, dedicaram-se desde o princípio a organizar casas de acolhimento, serviços de orientação, instituições de apoio a grávidas, mães e crianças.
A defesa da vida não se faz, antes de mais, no papel mas na vida.

Isto não é um insulto ao lado do "sim", mas constatação factual. Esses movimentos limitam--se a seguir a orientação tradicional da sua linha ideológica, com antiga e elaborada justificação teórica.
A abordagem de fundo da esquerda em geral, e da variante marxista em particular, sempre foi melhorar a vida das pessoas através da revolução das instituições. O propósito meritório é o mesmo dos movimentos virtuosos de todos os tempos, mas com meios radicalmente novos. Usando análise científica, acredita-se na construção da estrutura ideal da sociedade, que resolverá todos os problemas.

As versões mais extremas e ingénuas da escola de Marx estão abandonadas.

No original bastava o proletariado tomar o poder nas instituições sem classes da sociedade socialista para vir o paraíso terreal. Hoje esse sonho está esquecido no limbo dos mitos românticos da História.

Mas a lógica básica do raciocínio mantém-se viva nas novas encarnações da ideologia. Os movimentos do aborto, como os ecologistas, sindicatos e partidos, têm a sua fé posta em leis, contratos, regras e regulamentos. Sempre nos mecanismos, nunca nas pessoas.

As forças de esquerda sempre acharam que não se deve dar esmola porque isso só atrasa a revolução. Esta é a diferença entre a preocupação marxista com os proletários e a caridade cristã com os pobres.

O instrumento progressista sempre foi organizativo, não pessoal. Confia-se em leis e mecanismos sociais, não em amor, honra, heroísmo, génio. As pessoas são meras peças no grande maquinismo comunitário.

O comunista ama a humanidade, o cristão ama o próximo.


Para as forças do "sim" o sofrimento das mulheres era argumento para mudar a lei, o que eliminaria o dito sofrimento. Para as forças do "não" é algo que tem nome, morada e pede ajuda.

Aliás, a diferença na formulação corrente dos propósitos indica isso mesmo. O "sim" é a favor da escolha, um conceito moral, filosófico, enquanto o "não" é pela vida, um assunto biológico, animal. É a mesma diferença que existe entre um direito e um bebé.

Joao César das Neves

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

ring of fire




well... a versao original desta musica e de Johnny Cash e o som deste video nao e dos melhores, mas acho que os colplay estao muito bem e a musica e alegre. ehe. enjoy (i hope)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Problema resolvido diziam eles...

Estudante usou dez comprimidos para abortar feto de 20 semanas
14.02.2008 - 09h15 :, Ana Cristina Pereira e Sandra Ferreira
Engoliu cinco comprimidos e introduziu outros tantos na vagina. "Sabe o que me vai acontecer?", pergunta, num tom assustado, a aluna da Escola Profissional da Torredeita, em Viseu. O país inteiro sabe que interrompeu uma gravidez de 20 semanas com Cytotec, um fármaco indicado para úlceras gástricas e duodenais. Enquanto se contorcia de dor, ali, na residência estudantil, alguém ligou à GNR.

A rapariga, de 19 anos, está deitada numa cama do Hospital de São Teotónio. A mãe dela está deitada numa cama de um outro hospital, em Cabo Verde. A mãe caiu de cama ao receber a notícia pela boca de um primo que estuda na mesma escola em que a filha cursa contabilidade. Não havia maneira de lhe esconder aquilo, o director do estabelecimento de ensino até convocou uma conferência de imprensa.
Sabendo-a "estável, em observações", a Polícia Judiciária não quis perder tempo. Já lá foi interrogá-la. Os inspectores insistiram numa pergunta: "Tem a certeza de quem é o pai?" Tem, sem sombra de dúvida. É o namorado, um cabo-verdiano a estudar no Algarve e a visitá-la amiúde.

"Ele nunca quis a criança." Não era só ele. A mãe também reprovava a gravidez. E "o desespero falou mais alto" dentro dela. "Eu queria ter o bebé e só fiz isto porque não tinha apoio de ninguém", tenta dizer ao mundo que já a julga e ainda não a ouviu. Agora, arrisca até três anos de prisão.

Noticia do público

Bad day

Os meus maus dias são mais parecidos com isto...... heheheheehehehhe


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Um ano depois, a mesma esperança


A dedicação gratuita de cada vez mais pessoas no apoio a mulheres em dificuldades garante que a liberalização do aborto não é o fim da história. Activistas da plataforma ‘Não Obrigada’ consideram trágico o balanço da aplicação da lei mais liberal da Europa em matéria de interrupção voluntária da gravidez.
Na Índia, um dos países do mundo onde mais se aborta, um ateu e activista dos direitos humanos, Lenin Raghavarshi, apoia e promove a campanha lançada há umas semanas pelo jornalista italiano Giuliano Ferrara (ex-líder do Partido Comunista em Turim) por uma ‘Moratória de Abortos’ a nível global. Em Espanha, Zapatero, presidente de um Governo socialista e anticlerical, insta os seus camaradas de partido a fazerem uma reflexão sobre a lei do aborto para determinar se é necessário proceder a alterações restritivas. Em Inglaterra, Lorraine Allard, de 33 anos, escolhe dar a vida pelo seu filho Liam: grávida e doente de cancro, ante a perspectiva de um tratamento de quimioterapia e a sugestão dos médicos de abortar, Lorraine defende o seu filho até ao fim: Liam nasceu a 18 de Novembro de 2007; Lorraine acabou por morrer a 18 de Janeiro de 2008. Em três bastiões do aborto livre, três sinais de que o aborto não é solução. E em Portugal?
Recordemos a impressionante resposta da campanha do ‘Não’. Sem o apoio de partidos, apenas com os meios que os cidadãos quiseram dar, numa mobilização da sociedade civil inédita no Portugal contemporâneo, plena de intensidade, compromisso, envolvimento e comoção - porque “já bate um coração”. Um rasgo de vida numa sociedade que parece adormecida, um exemplo para outros domínios, um sinal de esperança.
Esta resposta não deveria ser subestimada. Nos últimos anos, as modernas ideologias laicas, apoiadas nos «opinion makers» e nos arautos do politicamente correcto, têm-se multiplicado em acções de sentido contrário. Subjugada face à ascendência do pensamento único, seria de esperar uma sociedade vencida e indiferente. Mas a experiência elementar de comoção pela vida humana, a experiência de um bem, revelou-se mais forte do que muitos imaginavam.
O balanço da aplicação da lei mais liberal da Europa é trágico: mais de doze mil vidas humanas sacrificadas, com a conivência e o dinheiro do Estado, sem contar com os abortos ilegais de que não há evidência de redução. Este drama, silencioso e oculto, ceifa vidas, destrói famílias, corrói a sociedade e ataca os alicerces da paz entre os homens. Quanto tempo, quantas gerações, teremos nós ainda de esperar para que na Europa, berço da liberdade e da defesa dos direitos do homem, se comemore o Dia Europeu da Abolição do Aborto?
E, contudo, um ano depois o tempo é de esperança. A dedicação gratuita de cada vez mais pessoas no apoio quotidiano a mulheres em dificuldade é hoje uma garantia de que a liberalização do aborto não é o fim da história.
Na onda do individualismo egoísta que inunda as sociedades modernas, dar a vida por um pai, por uma mãe, por um amigo, ou até mesmo por um filho, é considerado uma excentricidade ou, quando muito, um heroísmo arcaico e anacrónico. No seu gesto, com a simplicidade e doçura que brotam de uma maternidade plena, Lorraine mostrou-nos o caminho: a vida existe para ser dada, não para ser tirada.
Paulo Núncio e Gonçalo Maleitas Corrêa

Um ano de aborto livre

Perante tanto fervor abortista, mais cedo do que seria de esperar o país se dará conta do enorme erro que cometeu

Faz agora um ano que, com a vitória do "sim" no referendo, se liberalizou o aborto em Portugal. Os defensores do aborto - agora penso que já assumem que o são - tiveram, finalmente, o que tanto desejavam. Julgo que esta data devia impor-nos a todos uma reflexão serena.
Antes de mais, cumpre esclarecer que continuo a defender que o aborto, porque põe fim a uma vida humana, deveria manter-se como um acto genericamente proibido por lei (salvo os casos excepcionais que consubstanciam exclusão da ilicitude da sua prática). Não faço nenhum juízo de valor, menos ainda de condenação, sobre quem já abortou, mas isso não me impede de considerar o recurso ao aborto como um gravíssimo erro.
Estou convencido de que, com um pouco de ajuda, teria sido possível encontrar uma solução que poupasse a vida do filho e, simultaneamente, fosse bem mais eficaz para a vida da mãe.Não quero reproduzir aqui o velho argumentário pró-aborto, mas apelo à memória de todos: seguramente que sentimos que entre o discurso pré-referendo e a prática pós-referendo vai uma enorme diferença... Destaco somente dois argumentos antes usados: o aborto livre era necessário para, por um lado, acabar com a humilhação e o abandono das mulheres e, por outro, para pôr fim ao negócio do aborto clandestino.
O que nos revelou a prática pós-liberalização total do aborto?
Que as mulheres, alvo preferencial da preocupação propagandística dos defensores do aborto, foram por estes completamente abandonadas depois do dia em que abortar passou a ser um acto livre. É lamentável, mas era expectável e até coerente; no fundo, a solução já fora encontrada: basta a grávida que sofre recorrer ao aborto, que aliás é livre e oferecido pelo Estado. Mais ajuda para quê?
É sintomático que, ainda hoje, quando se fala de apoios a grávidas que atravessam dificuldades, só sejam conhecidos aqueles que são prestados pelos movimentos pró-vida. Exactamente os mesmos que, por ocasião do referendo de 1998, começaram a trabalhar, quase sempre em regime de puro voluntariado, e que ainda agora, mesmo após a mudança da lei, se mantêm ao serviço das mães e das grávidas que atravessam dificuldades. Não têm soluções milagrosas para todas as situações, mas tentam ajudar na construção de um projecto de futuro, que dê sentido à vida daquela mulher e à vida dos seus filhos.
Com os defeitos que tem qualquer generalização, a verdade é que as circunstâncias, agora, permitem concluir que o que distingue os defensores do "sim" dos defensores do "não" é o facto de os primeiros serem mesmo a favor do aborto e os segundo serem mesmo a favor da vida. Por isso, perante a liberalização do aborto, aqueles acomodaram-se por já terem o que desejavam, enquanto estes, bem cientes que a defesa da vida é um combate de sempre, continuaram a trabalhar da mesma maneira, apesar da mudança radical do sentido da lei.
Acresce que o actual regime, ao impedir a grávida que equaciona abortar de ser recebida por um médico objector de consciência ou de realizar uma simples ecografia, antes da tomada de decisão, está a promover um consentimento que não é informado e, precisamente por isso, é tudo menos verdadeiramente livre. Ou seja, abortar passou a ser verdadeiramente um direito cuja prática não pode, sequer, ser dissuadida. Por isso, os números da prática do aborto têm vindo a aumentar nestes poucos meses e o negócio abortista está florescente, com clínicas privadas a terem elevadas taxas de sucesso. Tudo isto perante o silêncio cúmplice daqueles que se diziam contra o aborto e contra o negócio que este, segundo garantiam, antes envolvia. O aborto deve ser mesmo o único negócio privado que a esquerda radical vê com muito bons olhos e cujos lucros não lhe causam incómodo absolutamente nenhum!Estou certo de que, perante tanto fervor abortista e tanta incoerência, mais cedo do que seria de esperar, o país se dará conta do enorme erro que cometeu. Deputado do CDS
09.02.2008, José Paulo Areia de Carvalho

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Luto

Passou um ano, a luta continua sempre, mas como em todas as guerras chega a altura da contagem dos "feridos", neste caso mais de 6000 crianças (coisas humanas como alguém disse) em pouco mais de 6 meses. Por isso hoje o nosso blogue veste-se de preto, por elas nada mais podemos fazer que não seja rezar e continuar a luta.
Hoje eu e a Sofia vamos a Fátima e estas crianças não vão ser esquecidas nas nossas orações.


Veni Sancte Spiritus
Veni per Mariam

sábado, 9 de fevereiro de 2008

De há um ano para cá...

Hoje fui ao encontro que assinalava um ano passado após o referendo da lei do aborto. A razão pela qual nos juntamos passado um ano, e não digo isto por palavras minhas, é pelo facto de "vermos frutos", isto é, mesmo perdendo o referendo, não perdemos na vida, porque cada vez mais associações são criadas, centros que apoiam mães e bebés, pessoas concretas que tomam a sério as suas vidas e as dos outros.
É com tristeza que sabemos que o número de abortos feitos legalmente em Portugal desde Julho de 2007 é de 6000...
Juntamo-nos neste dia para nos lembrarmos (sempre) que esta lei nºao é a última palavra sobre a vida.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Sócrates

Enfim... a imagem já está velha e gasta de tanto uso, mas continua a ter a sua graça =b


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

NOIS!!








E lá está o emplastro.
Só sei que a Sofia é muito sexy (muahahaha -mas a cara dele parece a que fazes quando trocas os olhos - um pa cacém e o outro pa belém)

Novo M&M


Chegou o novo m&m laranja ! foi votado como o m&m da alegria ! e pra ti Mada !

ups... fugiu-lhe a boca para a verdade



vamos esquecer a política durante uns 4 dias...

PARABENS !


Parabens a macaca verde, a primeira a ter carta !!! weee ! ficamos muito contentes, não só pelas boleias..! =b **** beijinhos da macaca amarela, azul e cor de laranja

sábado, 2 de fevereiro de 2008

INEM - Ricardo Araujo Pereira



É o que dá andar a fechar as urgências... e os bombeiros terem gente mais que suficiente para atender pessoas como diz o governo.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

bad day(s)




well... os nossos três ultimos dias não foram muito agradaveis... não aconteceu nada de muito grave, mas... apesar de ser muito bonito, o tempo não chega pra tudo...! esperemos que esta ultima semana do semestre tenha bons resultados.

****

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Ah! Quem quiser ver o Papa a rezar o Angelus no dia 20 de Janeiro pode ver aqui, não consigo pôr o vídeo aqui no blog.

Pobrezinho

Ah... para que conste, ainda não recuperei o meu computador...

Continua moribundo, votos de melhoras rápidas!!

Mais, e importante!

Deixo aqui só mais duas sugestões a não perder sobre o assunto que tanto tenho falado, a "ida" do Papa a La Sapienza.

Aqui podem encontrar o discurso do Papa, embora não traduzido, mas não encontrei de outra maneira.

Neste outro site está o juizo dos universitários do movimentos Comunhão e Libertação sobre o assunto.

Matemático judeu: Ratzinger defendeu Galileu na Universidade «La Sapienza»


Notícia retirada do site Zenit
Diante dos protestos de professores e estudantes contra a visita de Bento XVI à universidade «La Sapienza», em que o Papa foi acusado de ser inimigo de Galileu, um matemático de origem judaica recordou que o próprio Joseph Ratzinger pronunciou nessa universidade uma conferência em 1990, em sua defesa.

A intervenção de apoio ao Papa de Giorgio Israel, professor de Matemática nessa universidade romana, aparece em um artigo na primeira página de «L’Osservatore Romano».
O texto foi escrito antes que a Santa Sé anunciasse, após os protestos – inclusive a ocupação da reitoria –, que se decidiu adiar a visita papal, prevista para a quinta-feira, ainda que enviará o discurso que o pontífice havia preparado.

O matemático recorda um discurso pronunciado pelo cardeal Ratzinger, então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, em 15 de fevereiro de 1990, no qual explicou como mudou a atitude da Igreja em sua relação com a ciência, e em particular em relação ao caso Galileu.
«A fé não cresce a partir do ressentimento e da rejeição da racionalidade», dizia o cardeal.
Israel denuncia a contradição de quem se opôs à visita do Papa, teoricamente em defesa do valor da suposta laicidade da ciência, negando, contudo, o direito à palavra.

«É surpreendente que quem escolheu como lema a célebre frase atribuída a Voltaire – ‘lutarei até a morte para que tu possas dizer o contrário do que penso’ –, oponha-se a que o Papa pronuncie um discurso na universidade de Roma ‘La Sapienza’», constata o matemático.
Ver também esta outra noticia

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Sempre fiéis ao Papa!!

Apoio ao Papa


A noticia (retirada do site ecclesia) já tem uns dias, mas pu-la aqui na mesma. Este Domingo estiveram perto de 200 mil pessoas a apoiar o Papa este Domingo em Roma. A Praça de S. Pedro esteve cheia!

A Igreja Católica na Itália está a mobilizar-se para fazer do Angelus deste Domingo, na Praça de São Pedro, uma grande manifestação de apoio ao Papa depois dos acontecimentos que levaram ao cancelamento da sua visita à Universidade romana La Sapienza.


O apelo lançado pelo Cardeal Camillo Ruini, vigário papal para Roma, ganhou repercussões em várias Dioceses e movimentos eclesiais, em especial junto dos mais jovens.
Em declarações ao jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano, este responsável fez questão de sublinha que “o Angelus não será um comício".


“Vai ser o que é, ou seja, uma oração. Quem o interpretar de outro modo, engana-se", alerta.
Para o Cardeal Ruini, estamos na presença de “um acto de afecto e de serenidade", acrescentando que o seu convite "não se dirige a ninguém em particular e não é um protesto pelo cancelamento da visita do Papa".


Já esta manhã, na visita dos alunos do Colégio Capranica de Roma, o Cardeal Camillo Ruini manifestou a “filial e total solidariedade” da Igreja e do povo romano, bem como de “toda a Itália”.


Em Milão serão montados ecrãs gigantes para acompanhar a recitação do Angelus, em sinal de solidariedade para com o Papa.


Na passada Quarta-feira, cinco mil peregrinos fizeram questão de manifestar o seu apoio ao Papa com aplausos e palavras de incentivo, incluindo o grito “liberdade, liberdade, liberdade”.
O discurso que Bento XVI tinha preparado para a visita à Universidade La Sapienza manifestava a intenção do Papa em apresentar-se neste espaço como “uma voz da razão ética da humanidade”.


“Não venho impor a fé, mas pedir a coragem para a verdade”, refere o texto que Bento XVI tinha preparado para a visita de 17 de Janeiro, que acabou por ser adiada devido a protestos de membros da comunidade académica desta instituição, que foi criada por um Papa no século XIV.
A intervenção papal faz questão de sublinha que a Sapienza é “hoje em dia uma universidade laica”, independente das autoridades políticas e eclesiásticas. Isso não invalida, escreve Bento XVI que ali não seja escutada “a sabedoria das grandes tradições religiosas”.


O Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, explicou que a visita do Papa à Universidade romana de “La Sapienza” foi adiada por não estarem garantidas as condições para um “acolhimento digno e tranquilo” a Bento XVI.


Numa carta enviada ao Reitor da Instituição, Renato Guarini, o Cardeal Bertone lembra que o convite dirigido ao Papa tinha sido aceite para “dar um sinal de afecto e consideração” por uma Universidade criada por iniciativa do Papa Bonifácio VIII, em 1303.


A mensagem do Secretário de Estado do Vaticano fala de iniciativas de um grupo “claramente minoritário de professores e alunos” que impediram a visita agendada para Quinta-feira passada.
A decisão de adiar a visita visou, segundo o Cardeal Bertone, “remover qualquer pretexto para manifestações que se teriam revelado desagradáveis para todos”.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Macaco bonito



excusado é dizer que nos samos LINDAS....

estamos com o Papa

LIBERTÁ ! ! !

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Entrevista a Giorgio Israel,

Por Paolo Viana

É uma espécie de sindrome Wikipedia isto que está a provocar tanto desconcerto nos físicos da Spienza que se opõem à intervenção do Papa na inauguração do ano académico. Com uma ponta de ironia, Giorgio Israel, docente de história da matemática, explica porque é decididamente contrário ao apelo dos seus colegas da faculdade de Ciências contra Ratzinger: “é melhor uma pessoa documentar-se e raciocinar em vez de, com tanta frequência retirar trechos do contexto, o que facilmente conduz a equívocos”. Quem escreveu o apelo conta o Papa, fundam-no numa citação de uma frase de Feyerabend, e teriam feito melhor se tivessem lido todo o discurso do então cardeal Ratzinger, porque assim teriam compreendido que este Papa, de facto, não atacava nem a ciência, nem a razão”.

Israel não disse mais, mas a suspeita de um documento nascido de uma leitura expedita de documentos decarregados da internet, ficou no ar.

E os seus colegas, indignam-se, sobressaltam-se, ofendem-se e o senhor sorri?
Digamos que cruzo os braços e espero que os protestos se eclipsem rapidamente por decência.
Deverão, contudo, dar-se conta de ter escrito uma carta absurda, citando um discurso do Papa que mostra exactamente o contrário do que eles sustentam.

Seja mais preciso.
Os subscritores do apelo ao reitor acusam o Papa citando uma sua citação e precisamente a frase de um filósofo da ciência em que se diz que na época de Galileu a Igreja foi mais fiel à ciência que o próprio Galileu e que, por isso, o processo àquele cientista foi razoável e justo. Se, em vez de nos indignarmos por uma presumível afronta o método racional, lêssemos o discurso integral do então cardeal Ratzinger em que aparece esta citação, poderíamos perceber como no seu discurso esta vem interpretada no sentido exactamente oposto ao que sustentam os contestadores.

O cardeal, hoje Papa Bento XVI, falava da crise de confiança da ciência em si própria e demonstrava que, enquanto durante séculos se acreditou que o processo a Galileu era a prova do carácter obscurantista da Igreja, de facto, no âmbito da cultura científica tinham emergido posições diversas, as quais sustentavam que Galileu não tinha fornecido provas demonstrativas do heliocentrismo e que Feyerabend tinha chegado ao ponto de sustentar que o ponto de vista da Igreja era mais racional.

Ratzinger quis mostrar com esse discurso que a ciência estava a perder a confiança em si própria e, e facto, defendia o ponto de vista de Galileu. Outros que ataquem a ciência...

Como é possível que no mundo científico ninguém tenha retirado este significado?
Digamos que não o apanharam os signatários da carta. Como também não apanharam o sentido das palavras de Ratzinger, que, no discurso de Parma disse explicitamente que a sua intenção não era a de expôr reivindicações e sublinhou que a fé não cresce a partir do ressentimento e da recusa da modernidade.

Pode-se dizer o mesmo do mundo científico italiano?
Não creio. Estou convencido que esta é uma minoria, ainda que nela se encontre o presidente da CNR. O peso específico das assinaturas não é menospreável, mas os números da contestação são modestos. Trata-se de seis dezenas de pessoas numa faculdade de seiscentos docentes e num ateneu que conta com milhares de professores. Dito isto, sim, isto resulta de atitudes hostis. É, por exemplo, o fastídio de alguns ambientes que não suportam que o Papa fale de ciência. De resto, num país onde Oddifreddi (um matemático italiano ateu e anti-católico) vende 200000 cópias de um livro contra a religião, (...) porque espantar-se?

Estes fenómenos reflectem o facto de que uma parte do mundo científico namora este laicismo ateu e que à esquerda, poucos se sentem no dever de se opôr a estes excessos.

“É uma minoria no mundo académico, pese embora que entre eles apareça o presidente da Comissão Nacional de Investigação. É ressentimento: não suportam que o Papa fale de ciência”.

Porque não vai o Papa a La Sapienza?

Explicação de Pedro Aguiar Pinto

Queridos amigos:


Os recentes acontecimentos em Roma, onde o Papa tinha sido convidado para a abertura do ano académico na Universidade “La Spienza”, no próximo dia 17, estiveram na origem do cancelamento desta visita. O papa enviará o discurso que tinha preparado para a ocasião, mas não estará presente.
O que é que, então aconteceu?
67 professores subscreveram uma carta ao reitor, Fabricio Guarini pedindo-lhe que cancele o convite que havia endereçado, já que consideram a presença do papa “incongruente” com a laicidade da Universidade. Entre eles figuram Andrea Frova, autor de um livro acerca de Galileu e a Igreja; Luciano Maiani, presidente do Comité Nacional de Investigação (CNR); Carlo Bernardini, Giorgio Parisi y Carlo Cosmelli.
No texto da carta, os profesores referem-se a um facto ocorrido há 18 anos: " No dia 15 de Março de 1990, o então cardeal joseph Ratzinger, num discurso na cidade de de Parma, citou Feyerabend e disse: 'Na época de Galileu, a Igreja permaneceu muito mais fiel à razão que o próprio Galileu. O juízo contra Galileu foi razoável e justo'. São palavras que, enquanto cientistas fiéis à razão (...), nos ofendem e humilham".
Esta carta encontrou eco entre os estudantes da Universidade que ameaçaram manifestar-se no dia da abertura do ano académico e da visita do Papa, tendo entrementes invadido as instalações da Reitoria. Os estudantes de física anunciaram para os próximos idas uma “semana anticlerical”.
O Vaticano, tendo em vista, este cenário, cancelou a visita papal.
Para que possamos julgar com a razão, a mesma que os 67 cientistas dizem ter sido ofendida e humilhada, convido-vos a ler esta entrevista a Giorgio Israel, professor catedrático de Matemática na Universidade de Roma “La Sapienza”.
Aprendamos todos com isto!


Um abraço amigo
Pedro Aguiar Pinto

(entrevista no próximo post)

Protestos levam Papa a cancelar visita a Universidade

Não, o meu computador ainda está de baixa, não recuperou do seu "erro fatal", mas consegui usurpar o do meu irmão um bocadinho. Não queria deixar passar ao lado esta notícia entre o triste e o ridiculo.
Quanto aos argumentos que utilizam para chamar o Papa de reaccionário e obscurantista, por dizer que a condenação de Galileu foi racional e justa, deixo a sugestão de que se leia o discurso do Papa na integra para o perceber.



Noticia retirada deste site
"A visita do Papa à Universidade de La Sapienza, em Roma, foi cancelada pelo Vaticano devido a protestos de professores e alunos que acusaram Ratzinger de "reaccionário" e "obscurantista". A visita estava marcada para esta quinta-feira mas foi cancelada depois de centenas de estudantes terem ocupado a Reitoria, para exigirem garantias da universidade de que poderiam manifestar-se no dia da visita.
Esta é a primeira vez que o Papa cancela uma visita devido a protestos, desde que iniciou o seu mandato em 2005. A agitação começou quando sessenta e sete mestres da Universidade La Sapienza argumentaram, em texto divulgado, que o Pontífice é "reacionário" e "obscurantista" em assuntos científicos, referindo-se a um discurso de 1990 no qual o então cardeal Joseph Ratzinger citou o filósofo Feyerabend para dizer que "o veredicto contra Galileu foi racional e justo".Os estudantes também se associaram ao protesto, reclamando a laicidade da ciência, recusando preconceitos como a homofobia e acusando o vaticano de "querer invadir todo o espaço político e social". Para amanhã, estava preparada uma manifestação sonora, com música electrónica. Como a a Universidade não garantiu autorização para a manifestação, os estudantes ocuparam a Reitoria, levando o Vaticano a cancelar a visita do Papa."

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

erro fatal





é com muita pena que comunico que o computador da Teresinha sofreu de um "erro fatal", pelo que vai ser mais ausente a sua presença neste blog. Teresinha, partilhamos o sentimento de tristeza, mas tambem de esperança que ele volte como novo !

sábado, 12 de janeiro de 2008

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Sentença

Um dos poemas mais bonitos de António Manuel Couto Viana. Não podiamos deixar de o pôr aqui. Apesar de ser eu a "publicá-lo" faço-o em nome da Sofia e da Madalena também.


Sentença


Flori a lapela
Com a Estrela do Norte:
Indo comigo e com ela,
Quem sabia a minha sorte?

Julgaram-me por roubar
Uma luz de toda a gente:
É permitido ser vulgar
Mas não diferente,

«Tu és d'hoje e és d'aqui!»
- Foi sentença dada.
Só então reconheci
Não ser d'hoje nem d'aqui,
Esta sede insaciada.

António Manuel Couto Viana

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Narnia - Prince Caspian



"All that you know, is about to change"

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Ai ó mana, ai ó mana


Porque é que os dias são maiores que as noites?
Porque é que os dias são maiores que as noites?
Porquê Porquê Porquê
Ai ó mana, ai ó mana
Porque é que os dias são maiores que as noites?

...

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

2008 feliz só nA ... CALHANDRIZ!

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

perna de pau




desculpem o desinteresse do post, mas este gelado é mesmo bom ****

domingo, 23 de dezembro de 2007

novo link

como espero que tenham reparado, acrescentei um novo link ao nosso blog. ele da acesso ai site dos universitários de Comunhão e Libertação. aproveitem. ****

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Casca Dura - uma história

Hoje eu e a sofia fomos ao almoço de Natal da nossa turma ( a teresinha não pode ir por problemas de saúde! =( pois é-.. )
A certa altura chegou a parte da entrega dos presentes e a Sara Martins recebeu um porta-chaves em forma de tartaruga...e a vânia com uma voz de cuttie cuttie diz:
- Ahhhhh a minha casca dura!!
Ao que a Sara, meio atordoada indaga com a sua voz meiga e melodiosa:
- Hein?
- Casca Dura, a minha tartaruga.
- Ohhhhhhh - respondeu Sara tão entusiasmada e com um brilho nos olhos - podiam ser namorados.
- Ohhh. oh? A minha tartaruga já morreu!

foi um belíssimo episodio...entre outros!! :P

O Natal


Esta história aconteceu realmente. Jesus não é um mito, mas um homem feito de carne e sangue, uma presença bem real na história. Podemos visitar os lugares e seguir os caminhos que Ele percorreu. Podemos, através das testemunhas, ouvir as suas palavras


Bento XVI

Natal

O Natal é uma canseira, uma despesa, uma trapalhada. Perder imenso tempo a fazer doces e decorações, gastar um dinheirão em presentes e jantares, suportar a confusão dos cartões de boas-festas e das refeições de família. Estes dias nem se consegue ler o Destak em paz, porque é Natal.
É assim desde o princípio. A canseira que não foi para a Senhora, grávida de mais de oito meses, fazer centenas de quilómetros até Belém! A despesa da viagem, do nascimento, da ida para o Egipto! A trapalhada do recenseamento, da falta de acolhimento, do estábulo! Para não falar na confusão das visitas dos pastores, dos magos e, pior, dos soldados de Herodes. Acima de tudo, canseira, despesa e trapalhada estão mesmo no centro do mistério supremo que nos leva ainda hoje a celebrar o Natal. Porque o Deus sublime quis vir através dos céus nascer como um bebé. Porque o Senhor do universo dissipou toda a sua glória, escondendo-a naquele estábulo. Porque Ele sabia que os homens não o reconheceriam e iriam desprezá-lo e tentar matá-lo, até conseguirem.
O Natal só existe porque o Verbo de Deus quis suportar uma enorme canseira, despesa e trapalhada pela nossa salvação. Por isso hoje, quando corremos, gastamos e sofremos por causa do Natal, ao menos lembremo-nos do que Ele e sua Mãe correram, gastaram sofreram. Por nós. Participar no Natal é amar o próximo, mudar de vida, entrar no amor. Mas se não o fizermos, mesmo que não o queiramos fazer, ao menos participamos no Natal repetindo a canseira, despesa e trapalhada que foi desde o princípio. Feliz Natal!

João César das Neves

domingo, 16 de dezembro de 2007

António Manuel Couto Viana

Ultimamente temos postado alguns poemas de António Manuel Couto Viana.
Tivémos a sorte de o conhecer esta quinta feira, quando fomos conversar com ele. Tenho que dizer que fiquei fascinada com a maneira como ele vive. Nos ultimos tempos têm-lhe acontecido uma série de coisas pouco agradáveis, amputou uma perna, e quando estava em recuperação deixaram-no cair infectando a ferida.
A força e a alegria que ele trazia constantemente á nossa conversa eram impressionantes, conversámos duas horas, e mais teria sido se tivessemos oportunidade.
Uma pessoa assim tem que te algo maior por detrás, vi naquele senhor um grande exemplo a seguir, não se prendeu aos seus defeitos e azares, continua a viver, e fá-lo de uma maneira exemplar, continua a escrever, a falar com toda a gente que lhe pede... Não me sei explicar bem, mas não queria que tivesse passado a oportunidade de comentar com todos como foi bom falar com uma pessoa assim que tem a certeza que foi feito para algo grande e que não se esconde na sua "pequenês".
Infelizmente não tenho agora tempo para passar um dos seus poemas, fica prometido para um outro Post.






T2 - Par a Sofia =b




Ricardo Azevedo

sábado, 15 de dezembro de 2007

´till kingdom come



well... é coldplay e basta, n precisa de grandes introduções. a musica e "bonita mesmo".

****

grand´Hotel



KID ABELHA

muito bom MESMO !

****

summer wine



U2 & THE CORRS

enjoy =)

****

what it is




grande Mark Knopfler ! em concerto em Portugal dia 4 de Abril ! =) ****

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

True love's kiss!



Para completar o último post da Sofia!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

That´s how you know




Bem, é do filme ENCHANTED, um bom filme. muito sério e enfadonho... ****